A "joia colombiana" está em casa. Contratado no início da temporada para reforçar o Atlético, o meia Dylan Borrero segue à risca as orientações do clube e, em dois períodos, realiza exercícios físicos. Foco e disciplina, inclusive, parecem ser lemas na vida do jovem de 18 anos, que encara o desafio do primeiro desafio fora do país de origem.

Nesta terça-feira (31), Borrero bateu uma papo com a reportagem do Hoje em Dia, por meio de uma live no Instragram, e contou como tem sido este momento de reclusão total no apartamento onde mora na capital mineira. Com um estilo diferente, ele recebeu muitos elogios pelo português na ponta da língua.

De cabelos loiros, o meia colombiano contou que tem feito aulas para se tornar fluente e se comunicar o melhor possíveln o Brasil. Sobre o visual, garante que será utilizado apenas durante a quarentena. Em tom de brincadeira, ele ri e concorda que este estilo pode não agradar ao comandante Jorge Sampaoli.

Se adaptando rapidamente ao país e também à rotina na Cidade do Galo, Dylan diz estar realizando um sonho e garante que o Galo é a grande porta para dar um futuro melhor à família. O pai, inclusive, o acompanha em terras tupiniquins.

Perguntado sobre a torcida do Atlético, o meia, em alto e bom português, afirma: "Esta torcida é a melhor. Não tem outra igual".

Lembranças do clássico

Presente na vitória do alvinegro sobre o rival Cruzeiro, em duelo realizado no Mineirão, Borrero se mostrou arrepiado com a festa dos torcedores e também com todos os contornos da vitória atleticana.

"Eu não estava relacionado. Como o estádio estava muito cheio, fui embora mais cedo. No estacionamento, conversando com o motorista do ônibus, ouvi o grito de gol. Saí correndo, passei pelo vestiário e fui para perto do campo. Foi quando o Otero chegou, jogando camisa para a torcida e expulso. Dei um grande abraço nele. Foi sensacional aquele momento", relembrou o colombiano de 18 anos.