Foram 15 anos de alternância de Rio de Janeiro (hoje Sesc) e Osasco até que, finalmente, a sequência fosse quebrada e o vôlei mineiro voltasse a dar as cartas na Superliga Feminina de Vôlei. E com títulos consecutivos: na temporada 2017/2018, o troféu foi conquistado pelo Dentil Praia Clube, seguido, na edição passada, pelo Itambé Minas, que levou a melhor no playoff final com o time de Uberlândia.

Pois o objetivo de ambas no campeonato 2019/2020, que começa hoje, com rodada cheia, não poderia ser diferente. Com a consciência de que a disputa promete ser uma das mais equilibradas dos últimos anos.

À frente do bicho-papão da competição, o Sesc, Bernardinho volta a contar com uma equipe ‘pesada’, no jargão do esporte – a levantadora Fabíola e as ponteiras Tandara e Drussyla. Mesmo caso do Osasco, que aposta na ponteira cubana Casanova e na sérvia Ana Bjelica.

Força estrangeira também no Sesi Bauru, comandado pelo mineiro Anderson, com a ponteira norte-americana Wilhite e a oposto azeri Rahimova, uma das melhores do mundo na posição. Olho ainda no São Paulo Barueri, de Zé Roberto Guimarães, campeão estadual com um grupo jovem. Outro clube de camisa que retorna é o Flamengo.

O Praia manteve Paulo Coco no comando e trouxe de volta várias jogadoras com passagens pelo time (Claudinha, Walewska, Monique e Pri Daroit), além da dominicana Martínez.

A equipe venceu a Supercopa e o Mineiro ao bater o Minas. As atuais campeãs mostram, no entanto, evolução sob o comando de Nicola Negro, que substitui Stefano Lavarini. O objetivo é, durante a competição, garantir o entrosamento de um grupo bastante modificado, com as chegadas de Sheilla, Thaísa, Acosta, McClendon e Kasiely.

Ambas estreiam longe de casa: o Praia encara o Valinhos, às 20h, enquanto o Minas pega o Flamengo no Rio, às 20h30.

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