Recém-chegado ao Atlético, o diretor-executivo Rodrigo Caetano já "respira o alvinegro" há uma semana. E ele não tem tido descanso. Substituto do demitido Alexandre Mattos, o profissional de 50 anos e ex-Internacional tem participado de constantes reuniões e tentando identificar as carências do elenco. 

De acordo com Caetano, o Atlético não vive um processo de construção. Para ele, com as 19 contratações feitas pela antiga diretoria em 2020, esta temporada servirá para encrementar o plantel; as chamadas "contratações pontuais", como se costuma dizer no meio da bola.

“O que a gente entende e pretende, principalmente, é melhorar o que já temos. Melhorando o que já temos, pelas conversas que já tivemos, é óbvio que a ideia é sempre qualificar o elenco buscando jogadores que venham cada vez mais como solução”, projetou o diretor de futebol Rodrigo Caetano, em entrevista nesta quinta-feira (14) à Rádio 98FM.

“Não estamos numa fase de recomeço, não estamos numa fase de reinício, e sim, na visão de todos aqui, principalmente do Sampaoli, é justamente de dar continuidade naquilo que já foi feito. E dessa forma, sem dúvida nenhuma, mirarmos alvos que possam chegar numa condição de titularidade”, acrescentou o dirigente.

Como já havia alertado durante sua coletiva de apresentação na Cidade do Galo, concedida no fim da semana passada, Caetano destacou que a maior dificuldade de momento é em relação ao mercado e suas janelas.

“A janela está aberta para saídas, mas fechada para chegadas - só vai abrir em março. Quero dizer, muito provavelmente vários jogadores já estarão atuando em suas ligas, em meio a competições, então a dificuldade vai ser gigantesca. Mas nosso esforço também vai ser gigante para melhorar a equipe”, finalizou.