Com uma equipe considerada alternativa, sem a maioria dos titulares, o Atlético teve uma atuação ruim e perdeu por 1 a 0 para o Unión La Calera, do Chile, nessa terça-feira (21), no jogo de ida da segunda fase da Copa Sul-Americana.

Além do visível desentrosamento da equipe que iniciou jogando, o Galo teve que enfrentar outro obstáculo: o gramado sintético do estádio Nicolás Chahuán Nazar.

Para o técnico Rodrigo Santana, as condições do campo, pouco comuns nas principais divisões do futebol brasileiro, foram preponderantes para o desempenho ruim do time no Chile.

“A gente sentiu muito o gramado. A gente não conseguia acelerar o jogo, a bola parava muito, e dificultou a nossa saída de bola. A gente não esperava ter tomado esse gol, gostaríamos de ter feito um jogo mais seguro, sair daqui pelo menos com um empate. Mas não saio muito insatisfeito. Acredito que a gente tenha equipe para, diante do nosso torcedor, reverter esse resultado”.

Apesar de lamentar o revés no primeiro confronto com o La Calera, o comandante alvinegro mostrou confiança na capacidade do time reverter o resultado no duelo de volta, marcado para a próxima terça-feira, às 21h30, no Independência.

“A história vai ser completamente diferente (no Independência). Vamos ter que pressionar desde o início, a gente tem condições disso. Tenho certeza que se a gente tiver o elenco completo à disposição, a gente vai conseguir fazer uma pressão grande e sair classificado”.

Para avançar no torneio, o Galo terá que vencer por dois gols de diferença no confronto de volta, marcado para a próxima terça-feira, no Independência. Caso o Atlético vença por 1 a 0, a decisão da vaga será decidida nos pênaltis. Na Copa Sul-Americana, o gol marcado fora de casa é critério de desempate.

Antes da decisão pela competição continental, a equipe alvinegra volta o foco para o Campeonato Brasileiro, quando vai enfrentar o Grêmio, no sábado, às 19h, na Arena do Grêmio, pela sexta rodada da competição.

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