De nada adiantou o massacre do Atlético no primeiro tempo e em parte do segundo no Mineirão. Após abrir 2 a 0 no placar sobre o Colón, com Franco Di Santo e Yimmi Chará, o alvinegro bobeou. Elias cometeu pênalti e, aos 36 minutos da segunda etapa, Rodríguez abriu o caminho para a eliminação dos brasileiros na Sul-Americana.

Numa sintonia perfeita entre cadeiras e campo, o que se viu no Gigante da Pampulha foram os donos da casa terem o domínio das ações, encaminharem a classificação, mas, após as saídas de Jair e Luan, verem o chão ruir. Com o peso nas costas das seis derrotas consecutivas no Brasileirão e o fracasso na competição continental, os mineiros viverão dias de pesadelo.

Na Série A, o time ocupa a décima colocação e estacionou nos 27 pontos; em 18 pontos disputados, não conquistou nenhum e apresenta um futebol pífio dentro das quatro linhas.

No próximo domingo, às 19h, o Atlético encara o Ceará, no Independência. O confronto, segundo do returno, poderá mudar a fase da equipe, pelo menos no Brasileirão. Se o sonho de um caneco internacional foi encerrado na noite de ontem, a vaga para a Libertadores agora só será possível na única competição que resta ao Galo.

Lamentações

Pilhado desde o primeiro giro do cronômetro, o Atlético foi para cima do Colón e teve o domínio total da partida. A equipe acabou premiada, aos 43 do primeiro tempo, com o gol do atacante Franco Di Santo. Aos 6 do segundo, após lindo passe de Cazares, Chará estufou as redes e fez explodir as arquibancadas. Mas aos 36, Rodríguez diminuiu e levou a decisão para os pênaltis; e neles, deu Colón, por 4 a 3.

Fazendo história e realizando o sonho de sua torcida, o time argentino fará a primeira final internacional de sua trajetória.