A  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prorrogou por mais três meses, até o fim de setembro deste ano, a proibição do corte de energia para famílias de baixa renda por falta de pagamento.

A medida beneficia aproximadamente 12 milhões de famílias com renda mensal igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa, pacientes que necessitam de aparelho elétrico para o tratamento, cuja renda não ultrapasse três salários mínimos e pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A medida, porém, não isenta os consumidores do pagamento pelo serviço de energia elétrica. 

Em Minas, a Cemig criou uma campanha para negociação de contas atrasadas, permitindo aos clientes o parcelamento em até 12 vezes sem juros.

Para o coordenador do Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Marcelo Barbosa, a iniciativa é importante para preservar as condições mínimas de dignidade da população que sofre com a crise econômica e sanitária provocada pela pandemia da Covid-19.

"Caso não consigam resolver o problema, denunciem junto à Aneel e busquem ajuda no Procon de seu município".