Minas Gerais está em situação de alerta para as doenças transmitidas pelo Aedes: dengue, chikungunya e zika. Desde de 2016, o Estado não registra tantos casos de dengue. Já são 484.779 casos prováveis neste ano, que são aqueles confirmados mais os suspeitos. Neste período, 153 pessoas morreram em decorrência da doença, em 47 municípios. Outros 94 óbitos seguem em investigação. O levantamento foi divulgado nessa segunda-feira (18). Em relação ao último boletim, divulgado há duas semanas, foram registrados 155 casos a mais. 

Com ocorrência mais frequente de chuvas e tempestades, a tendência é de aumento de focos do Aedes e, consequentemente, de casos da doença. A possibilidade de infestação do mosquito põe em alerta 7 milhões de mineiros. Essa é a soma da população de 242 cidades onde criadouros do vetor da dengue, zika e chikungunya foram identificados acima dos limites aceitáveis.

 

dengue

Clique aqui para ampliar


O Estado vivenciou quatro grandes epidemias em 2010, 2013, 2016 e 2019. Este ano, o maior número de casos foi registrado em maio: 152.701 casos. Confira quadro abaixo:

ArteClique para ampliar

 

Em relação à Febre Chikungunya, o EstadoMinas registrou 2.793 casos prováveis e um óbito no município de Patos de Minas. Outra morte está em investigação. 

Quanto à Zika, foram 746 casos prováveis da doença em 2019.

Veja como diferenciar os sintomas das três doenças:

Zika

Clique aqui para ampliar

* Fonte: SES/MG

Leia mais:
Zika inibe tumor de próstata, aponta pesquisa brasileira
Focos de dengue põem 7 milhões de mineiros em risco
Minas registra o pior outubro da dengue e entra em alerta para novo ciclo do Aedes