Segue indefinida a data de retirada das 51 famílias que têm as casas sob risco de inundação às margens do rio Betim, na cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta quarta-feira (5). O local, que recebe a água escoada pela Várzea das Flores, em Contagem, na mesma região, pode transbordar a qualquer momento. A Copasa, responsável pela lagoa, se reúne com técnicos da Prefeitura de Betim para discutir o caso.

Na última quinta-feira (30), o nível da represa atingiu 100% da capacidade. A Copasa foi procurada para informar a situação atual, mas ainda não se pronunciou. Em caso de inundação, 319 famílias poderiam ser atingidas, mas apenas 51 foram elencadas como prioridade por risco maior.

Para esses grupos, segundo a Prefeitura de Betim, a companhia já teria realizado um levantamento social sobre a quantidade de moradores, planejamento de realocação e de transporte de móveis.

As ações da Copasa tiveram início após decisão da Justiça ter determinado que fossem tomadas providências imediatas. A ordem judicial foi dada na terça-feira da semana passada (28), após ação impetrada pela prefeitura.

A Defesa Civil de Betim informou que monitora o local e acompanha os moradores ribeirinhos.

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