A permanência dos bombeiros de Minas em Moçambique foi prorrogada por mais alguns dias. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) e o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários ficaram satisfeitos com os resultados alcançados pelas equipes brasileiras em campo. Ainda não foi informada a data do retorno dos militares ao Brasil.

Nesta segunda-feira (15), os militares atuaram em trabalhos de manutenção nos equipamentos e ferramentas de salvamento terrestre, de corte de árvore, em especial, motosserras na região da cidade de Beira, uma das mais atingidas pelo ciclone Idai. Somente em Moçambique, foram mais de 600 mortos e 1.600 feridos no país.

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