A Prefeitura de Belo Horizonte distribui, em todas as unidades básicas de saúde, a caderneta de saúde da pessoa idosa. Instrumento que visa aprimorar o atendimento prestado aos maiores de 60 anos. Nela são registrados e acompanhados os dados pessoais, sociais, econômicos, familiares, as condições de saúde e os hábitos de vida do usuário por um período de cinco anos.
 
A caderneta do idoso está em sua 4ª edição, e é fornecida pelo Ministério da Saúde e deve ser distribuída a toda pessoa idosa atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em Belo Horizonte, são disponibilizadas de acordo com critérios de prioridade, tais como: pessoas com maior vulnerabilidade clínica e social, diabéticos, hipertensos e deficientes físicos. Até o momento, já foram distribuídas 225 mil cadernetas para as unidades de saúde da Capital.

Segundo Ricardo Tenório, enfermeiro e técnico em saúde do idoso da Diretoria de Saúde da Regional Leste, a caderneta da pessoa idosa disponibiliza de forma acessível e organizada, um conjunto de informações relacionadas à vida do idoso. De acordo com o enfermeiro, junto com o registro são repassadas informações gerais sobre sua utilização. “A caderneta permite o registro e o acompanhamento de forma integrada e multidisciplinar, e mostra a qualidade da assistência prestada ao idoso”, comenta.

A gerente do centro de saúde do bairro Paraíso, Andréia Alonso declara que a unidade que ela coordena conta com uma divulgação para informar sobre a caderneta. “Fazemos uma abordagem com o intuito de fortalecer e reforçar a importância da caderneta para o usuário e para nós, trabalhadores, como uma forma de acompanhar mais de perto a saúde dos mesmos. É um instrumento excelente, que permite a interação entre o usuário e os profissionais e também com a família. Acreditamos que facilitará muito esse monitoramento”, destaca Andréia.