O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou, nesta quarta-feira (19), o pedido da defesa de Cristiana Brittes para que ela cumpra prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. Brittes é ré no processo que apura a morte do jogador mineiro Daniel Corrêa.

O pedido havia sido feito com a justificativa de que a mulher precisava cuidar da filha, que tem 11 anos. A ação foi negada pela juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. 

Em sua fala, Luciani afirmou que o fato de os supostos crimes terem sido cometidos dentro da casa da família demonstra ser inadequada, ao menos neste momento, a submissão da criança aos cuidados da mãe. 

Cristiana teve a prisão preventiva anunciada em 28 de outubro. Ela é acusada por homicídio qualificado por motivo torpe, uma vez que não impediu o crime.

Daniel foi morto no dia 27 de outubro em São José dos Pinhais e encontrado com o órgão sexual mutilado em uma área rural. 

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