A professora de 39 anos que foi assassinada pelo ex-companheiro em Sarzedo nessa quarta-feira (5) tinha uma medida protetiva contra seu agressor. A descoberta foi feita durante as investigações do caso pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da cidade de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

De acordo com informações da Polícia Civil, o homem de 30 anos, suspeito do assassinato, foi denunciado pela vítima por agressão doméstica, o que rendeu a ela a suposta garantia de que o homem não poderia chegar perto dela ou seria judicialmente acionado. 

Sem proteção 

A mulher foi surpreendida pelo agressor na sala dos professores da escola onde lecionava naquele dia, no bairro Jardim Planalto. O homem entrou no local com uma faca e teria ameaçado a vítima para que ela entrasse no próprio carro e seguisse com ele. Quem estava no local também foi ameaçado caso interviesse na ação. 

Ele saiu em alta velocidade pelas ruas do bairro e, em determinado momento, a professora foi jogada para fora do veículo em movimento, quando bateu a cabeça no chão. Ela chegou a ser atendida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento da Cidade, mas acabou não resistindo aos ferimentos e faleceu. 

O carro dela, no qual ela foi sequestrada, foi encontrado pela Polícia Militar no bairro Anchieta, também em Sarzedo, mas o suspeito continua foragido.

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