Minas Gerais já perdeu 17.109 vidas para a Covid-19 desde o início da pandemia, em março do ano passado. Só nas últimas 24 horas, 206 novos óbitos foram registrados no Estado. Os dados são do boletim epidemiológico da secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), divulgado nesta quarta-feira (17).

Do número total de mortos, 56% eram homens e 44% mulheres. Destes, 73% apresentavam comorbidades. Até o momento, 760 dos 853 municípios mineiros registraram óbitos ocasionados pela doença.

O levantamento também atualiza o número de casos confirmados. Até hoje, 816.901 pessoas já se infectaram pelo novo coronavírus em Minas. Foram 5.159 novas confirmações em um único dia. Os recuperados da enfermidade somam 745.436. Já os pacientes em observação, internados ou em isolamento social, são 54.356.

Imunizados

Até a manhã desta quarta-feira, 422.713 pessoas já foram imunizadas contra a Covid-19 em Minas Gerais. Desse grupo, 133.568 mineiros tomaram a segunda dose, segundo o vacinômetro, painel da SES que monitora a vacinação no Estado.

Receberam a imunização 392.007 profissionais da linha de frente no combate à Covid, 21.743 idosos que estão em asilos, 2.549 deficientes em residências inclusivas e 6.414 índios que vivem em aldeias.

Em relação à segunda dose, 119.997 foram aplicadas em trabalhadores da saúde, 10.124 em idosos, 561 em deficientes e 2.886 em indígenas.

Para todo o território mineiro, o Ministério da Saúde disponibilizou 1.171.180 imunizantes. Das doses enviadas pelo governo federal, 1.168.060 foram repassadas às Unidades Regionais de Saúde (URSs) e 1.033.023 encaminhadas aos 853 municípios mineiros. As restantes seguem armazenadas nas URSs.

Quase 59% do público-alvo vacinado

A primeira dose do imunizante foi aplicada em 58,98% do público-alvo da primeira fase da campanha de vacinação, iniciada em janeiro deste ano. Já para a segunda dose, o índice atingiu 18,64% do grupo prioritário definido pelo Programa Nacional de Imunização.

O grupo com a cobertura mais alta da primeira dose, até hoje, foi das pessoas com deficiência com mais de 18 anos institucionalizadas, com 100% das doses aplicadas, seguido da população indígena, com 85,84% e dos profissionais de saúde, com 58,55%. Já em idosos acima de 60 anos, que vivem em instituições de longa permanência, a cobertura é de 56,36%.

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