No domingo em que se comemorou o Dia de São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha voltou a receber fiéis. O templo estava fechado há mais de seis meses devido ao isolamento social decretado para conter a pandemia de Covid-19. A missa, dessa vez, teve de ser celebrada com limite máximo de 18 pessoas.

“É gratificante retornar aos trabalhos de vivência da fé e partilha com as comunidades de fé. Sentir essa devoção aqui na Capela tem um significado importante para nós sacerdotes”, afirmou o padre Weliton da Silva Lopes, pároco da Paróquia Santo Antônio (Jaraguá) e assistente pastoral da Capela Curial São Francisco de Assis.

Neste dia 4 de outubro, ele falou sobre a importância de São Francisco de Assis, protetor dos animais, e sobre os problemas ambientais causados por incêndios em todo o país. “Celebrar São Francisco é mostrar que somos parte da Criação e não donos dela. E, por isso, é necessário cuidar da nossa natureza e também dos animais, e não ignorar as ocorrências de desastres ambientais”.

Para que a missa fosse realizada, várias adaptações foram feitas para garantir o distanciamento social. Houve um distânciamento entre bancos ocupados e vazios – e cada um acolheu apenas duas pessoas. Todos estavam de máscaras. Também foi preciso reforçar a higienização e colocar tapetes sanitizantes na entrada.

Exceto na segunda-feira, a Igrejinha poderá ser visitada todos os dias. O horário é das 8h às 17h e só podem entrar três pessoas por vez. O agendamento para participar das Missas deve ser feito na secretaria paroquial da Paróquia Santo Antônio, da Pampulha, pelo telefone (31) 3427-2866.  As visitas turísticas, ao longo da semana, serão por ordem de chegada (não haverá agendamento).