A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na última semana, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, um jovem de 23 anos que teria invadido os sites da própria polícia, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), do Tribunal de Justiça de Goiás e do Exército Brasileiro. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (26) em vídeo postado no perfil do governador Romeu Zema (Novo) no Instagram. 

Cracker é o termo utilizado para definir pessoas que utilizam seus conhecimentos avançados em informática para "quebrar" sistemas de segurança de softwares.

De acordo com o delegado Wagner Pinto, chefe da PCMG, a prisão ocorreu no âmbito da operação Defaced (desfigurado, em livre tradução), realizada pela Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos de Belo Horizonte em conjunto com o 9º Departamento de Polícia Civil, em Uberlândia. Agora, a polícia investigará com qual finalidade o suspeito acessava os dados oficiais. O órgão não informou se o cracker teve acesso a dados públicos sigilosos. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Mais uma vitória das nossas Forças de Segurança! A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na última semana, o homem que invadiu os sites da própria polícia, do Ministério Público de Minas Gerais, do Tribunal de Justiça de Goiás e até o site do Exército Brasileiro. O cracker foi preso na operação Defaced, realizada pela Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos de BH em conjunto com o 9º Departamento de Polícia Civil, em Uberlândia. Quero deixar os meus parabéns aos policiais envolvidos nesta importante operação. Em Minas Gerais, as Forças de Seguranca mostram que o crime não tem vez. #governodeminas #minasgerais #mg #políciacivil #pcmg #segurança #segurançapública

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"O objetivo da Polícia Civil, com esse tipo de investigação, é mostrar que nós não trabalhamos simplesmente com a criminalidade violenta. Nós trabalhamos, também, com pessoas que estão voltadas aos crimes cibernéticos, que são de extrema relevância e importância", disse.

"A Polícia Civil vai atrás de bandido armado e de bandido cibernético", complementou Zema.