Devido à Ômicron, Minas pode reduzir para quatro meses o intervalo da vacina de reforço contra Covid

Luiz Augusto Barros
@luizaugbarros
13/12/2021 às 13:24.
Atualizado em 14/12/2021 às 00:38
 (Fábio Rodrigues/Agência Brasil)

(Fábio Rodrigues/Agência Brasil)

Minas pode diminuir o intervalo do reforço contra a Covid-19 para quatro meses por conta da chegada da variante Ômicron ao Brasil e, possivelmente, ao Estado. Quatro casos da mutação são investigados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Diante da iminente circulação da cepa no território, a pasta irá realizar, nesta semana, uma campanha para incentivar a população para receber a segunda dose e o reforço.

"Os estudos demonstram que se tiver a dose de reforço, a chance da Ômicron de causar um caso grave cai muito", afirma o secretário Fábio Baccheretti, nesta segunda-feira (13).

Segundo o gestor da SES, já existe a discussão para reduzir o intervalo da terceira dose, que atualmente é administrada cinco meses após a pessoa completar o esquema vacinal.

"Se confirmarmos que a Ômicron tem um efeito muito diferente com o reforço, em relação a apenas duas doses, talvez essa decisão seja tomada em nível estadual sem esperar pelo Ministério da Saúde", completa.

"Expectativa nossa é que no dia 18 a Anvisa libere a vacina para população de 5 a 11 anos e em janeiro a gente receba essa vacina. É nossa expectativa em conversa com o Ministério da Saúde", diz.

De acordo com o Vacinômetro, painel de monitoramento da SES, 91,3% da população mineira acima dos 12 anos já foi imunizada. Em relação à segunda dose, a cobertura é de 81,7%.

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