Os moradores de Gesteira, um dos três distritos destruídos na tragédia de Mariana, finalmente receberam a notícia de que o terreno para reconstrução da comunidade foi comprado. Há pouco mais de três anos, os desabrigados em decorrência do rompimento da barragem da mineradora Samarco vivem dispersos em casas alugadas pela Fundação Renova.

Poucos moradores conseguiram se manter na parte alta do distrito, que não foi afetada. A maioria vive atualmente nos centros urbanos de Barra Longa, Mariana e Ponte Nova, no interior de Minas Gerais.

A reconstrução das três comunidades destruídas é uma obrigação da Samarco e de acionistas Vale e BHP Billiton. A gestão das obras está sob responsabilidade da Fundação Renova, criada para reparar todos os danos sociais e ambientais, conforme acordo firmado em 2016 entre as mineradoras, a União e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo.

No mês passado, quando a tragédia completou três anos, a Agência Brasil apurou os entraves envolvendo o processo de Gesteira. "Tivemos uma dificuldade grande na compra do terreno. O proprietário pedia um valor muito maior do que o valor de mercado. Agora estamos conseguindo evoluir na negociação", informou, na ocasião, Andrea Aguiar Azevedo, diretora executiva de Engajamento, Participação e Desenvolvimento Institucional da Fundação Renova.

Gesteira é um distrito pertencente à cidade de Barra Longa. A comunidade não foi foi totalmente devastada, pois a maior parte das edificações ficava em uma área mais elevada. O reassentamento envolverá 37 famílias. O contrato de compra do terreno foi assinado hoje (7) em Belo Horizonte, conforme anunciou a Fundação Renova.

A área adquirida tem pouco mais de 40 hectares e está localizada a 2 quilômetros do antigo distrito. O local foi escolhido pela própria comunidade. Além das residências, serão construídos um campo de futebol, uma igreja e um salão paroquial.

Esta era a última aquisição que estava pendente para a reconstrução das comunidades. O cronograma das obras dos outros dois distritos destruídos, ambos vinculados ao município de Mariana, também sofreu atrasos, mas está adiantado em comparação com Gesteira. Em Bento Rodrigues, as obras inclusive já tiveram início. O desenho das casas vem sendo desenvolvido por uma equipe de 28 arquitetos.

Os moradores de Gesteira, um dos três distritos destruídos na tragédia de Mariana, finalmente receberam a notícia de que o terreno para reconstrução da comunidade foi comprado. Há pouco mais de três anos, os desabrigados em decorrência do rompimento da barragem da mineradora Samarco vivem dispersos em casas alugadas pela Fundação Renova.

Poucos moradores conseguiram se manter na parte alta do distrito, que não foi afetada. A maioria vive atualmente nos centros urbanos de Barra Longa, Mariana e Ponte Nova, no interior de Minas Gerais.

A reconstrução das três comunidades destruídas é uma obrigação da Samarco e de acionistas Vale e BHP Billiton. A gestão das obras está sob responsabilidade da Fundação Renova, criada para reparar todos os danos sociais e ambientais, conforme acordo firmado em 2016 entre as mineradoras, a União e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo.

No mês passado, quando a tragédia completou três anos, a Agência Brasil apurou os entraves envolvendo o processo de Gesteira. "Tivemos uma dificuldade grande na compra do terreno. O proprietário pedia um valor muito maior do que o valor de mercado. Agora estamos conseguindo evoluir na negociação", informou, na ocasião, Andrea Aguiar Azevedo, diretora executiva de Engajamento, Participação e Desenvolvimento Institucional da Fundação Renova.

Gesteira é um distrito pertencente à cidade de Barra Longa. A comunidade não foi foi totalmente devastada, pois a maior parte das edificações ficava em uma área mais elevada. O reassentamento envolverá 37 famílias. O contrato de compra do terreno foi assinado hoje (7) em Belo Horizonte, conforme anunciou a Fundação Renova.

A área adquirida tem pouco mais de 40 hectares e está localizada a 2 quilômetros do antigo distrito. O local foi escolhido pela própria comunidade. Além das residências, serão construídos um campo de futebol, uma igreja e um salão paroquial.

Esta era a última aquisição que estava pendente para a reconstrução das comunidades. O cronograma das obras dos outros dois distritos destruídos, ambos vinculados ao município de Mariana, também sofreu atrasos, mas está adiantado em comparação com Gesteira. Em Bento Rodrigues, as obras inclusive já tiveram início. O desenho das casas vem sendo desenvolvido por uma equipe de 28 arquitetos.