Com o agravamento da pandemia em Minas Gerais, o Sindicato das Empresas Funerárias e Congêneres (Sindinef) adotou medidas preventivas para enfrentar as dificuldades no processo de atendimento às famílias e também para que o setor não entre em colapso. 

Desde o início da pandemia do coronavírus, 21.540 pessoas morreram em Minas pela doença. Os casos confirmados chegam a 1.014.079. Nas últimas 24 horas, houve 237 óbitos e 10.975 novos casos.

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (19), o presidente da entidade, Daniel Pereirinha, detalhou a situação e disse que precisa haver uma mobilização dos representantes em ações conjuntas. “Importante frisar que o setor não está em colapso e a situação ainda se encontra sob controle apesar do aumento de óbitos. Estamos trabalhando com planejamento e união entre os representantes do setor, espalhados pelos municípios mineiros. O que fazíamos individualmente agora vamos fazer de forma coletiva, coordenada e planejada. Só assim conseguiremos ser maior que a crise", afirmou o presidente.

Pereirinha disse ainda que foi feito um plano de contingência para a produção dos caixões para dar conta da demanda. "Alinhamos para a fabricação de um modelo padrão para os próximos 30 a 60 dias. Assim, as fábricas otimizaram a produção", explicou.

O presidente do sindicato também falou sobre a questão da vacinação para os profissionais do setor "É de extrema relevância. Os profissionais da área precisam estar imunizados contra a Covid-19", finalizou.

O sindicato representa 74 empresas em todo Estado com cerca de 3.500 trabalhadores.