Poucas horas após a divulgação do desaparecimento do jornalista Renato Soares, começam a aparecer nas redes sociais relatos de pessoas que garantem terem visto o repórter da Record nos últimos dias.

De acordo com o violonista Davidson Lima, na madrugada de domingo para segunda o jornalista esteve em um posto de gasolina localizado entre as avenidas Francisco Sá e Amazonas, na região Oeste da cidade. O violonista diz que Renato aparentava estar bem.

“Ele brincou com a gente e gravou um vídeo para o Snapchat, que apaga em 24 horas. Depois, pegou o carro, um Pegeaut 206 prata, que estava estacionado na Francisco Sá, passou por dentro do posto e foi embora pela Amazonas, no Sentido Contagem”, descreve Davidson.

Ainda conforme relato do violonista, Renato vestia camisa rosa clara e bermuda rosa escura. Nos pés, um par de chinelos. Outras pessoas afirmam ter visto o jornalista na avenida Afonso Pena, no viaduto de Santa Tereza e na Pampulha.

Relembre o caso

Renato Soares, de 31 anos, está desaparecido desde o último domingo (27). Segundo familiares, ele foi visto pela última vez circulando na região Centro-Sul da capital, próximo a Praça da Liberdade.

Policiais estão tentando buscar pistas do paradeiro do jornalista pelas câmeras do sistema Olho Vivo. Uma irmã dele contou nas redes sociais que ele estava de camiseta, bermuda e chinelos quando ele foi visto no fim de semana.

Uma grande corrente foi criada na internet  para tentar localizar Renato. No fim da tarde desta terça-feira, os dois posts sobre o desaparecimento na página do Facebook da irmã de Renato chegavam a quase 14 mil compartilhamentos.

A família foi avisada do desaparecimento por um amigo que divide apartamento com o jornalista. Nesta terça-feira, os parentes registraram o desaparecimento na delegacia.

Renato é natural de Curvelo, na região Central de Minas. Ele trabalha atualmente na TV Record e tem passagens pelas TVs Globo e Minas.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Renato Soares pode ligar para 0800-2828197 ou para o Disque-Denúncia da Polícia Civil, no telefone 181.