A audiência de conciliação entre o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Vale para debater a reparação dos danos causados pela tragédia de Brumadinho começou por volta das 15 horas desta quinta-feira (9) no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte.

Uma das questões em pauta é a captação de água para BH, uma vez que a contaminação do Rio Paraopeba pode afetar o abastecimento da capital. O governo estadual chegou a acionar a Justiça para obrigar a mineradora a iniciar a captação do recurso em trechos do Paraopeba que não teriam sido atingidos por rejeitos do rompimento da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Grande BH.

O relatório de pagamentos emergenciais que estão sendo realizados pela Vale e a avaliação do impacto ambiental após o rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão também serão apresentados.

Participam da reunião os Ministérios Públicos Estadual e Federal, Advocacia Geral do Estado e da União, Defensores Públicos, advogados da Vale e representantes de associações de moradores das cidades afetadas pelo desastre.

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