Mais 13 testemunhas da tragédia em Brumadinho foram ouvidas pela Justiça nesta segunda (5) e terça-feira (6). Indicadas pela Defensoria Pública do Estado e pelo Ministério Público de Minas Gerais, elas falaram ao juiz da 6ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte, Elton Pupo Nogueira, sobre as consequências do rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, em janeiro.

De acordo com o Fórum Lafayette, na segunda foram ouvidos moradores de diversas comunidades que ficam ao longo do rio Paraopeba. Na terça, foi a vez de o juiz ouvir especialistas de órgãos públicos ligados ao meio ambiente sobre os danos provocados pela tragédia.

Outras testemunhas indicadas pelo Ministério Público ainda serão ouvidas em audiências nos dias 20 de agosto e 26 de setembro. Anteriormente, dez testemunhas já haviam falado ao juiz em audiência realizada no início de julho. O processo em questão apura responsabilidades e consequências do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, que provocou a morte de 248 pessoas; outras 22 permanecem desaparecidas.

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