O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), classificou nesta segunda-feira (28) como genocídio a tragédia acontecida após o rompimento de barragem em Brumadinho, na Região Metropolitana da capital. 

O gestor municipal ainda afirmou que se o presidente da Vale tivesse sido preso há três anos, após o desastre em Mariana, "certamente a tragédia de Brumadinho não teria acontecido". 

"Eu acredito que passe de 300 o número de vítimas. Isso é um genocídio. É um crime que, pelo menos preventivamente, essa diretoria da Vale tinha que estar na cadeia. Isso não aconteceria nunca mais com qualquer lei que se colocar”, afirmou. 

As declarações foram dadas em entrevista à Record TV. 

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