O número de casos prováveis de dengue em Minas Gerais chegou 30.729, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (17) pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Um aumento de quase cinco mil casos em uma semana.

O número de mortes aumentou de um para dois casos confirmados, nas cidades de Medina, no Jequitinhonha, e de Carneirinho, no Triãngulo Mineiro. Outros 17 óbitos permanecem em investigação.

Em relação à febre chikungunya, foram registradas em 2020, até o momento, 564 notificações. Em 2019, foi confirmado um óbito pelo doença em Patos de Minas, no Alto Paranaíba e existe um óbito em investigação. Já em relação à Zika, em 2020 foram registrados 206 casos prováveis, sendo 19 em gestantes.

Ações

A SES informou que adota medidas de prevenção e controle, dentre elas a divulgação do Plano de Contingência Estadual das doenças transmitidas pelo Aedes, realização de seminário com representantes das unidades regionais de saúde e envio de forças estaduais de saúde para reforçar equipes municipais em locais com alta incidência das doenças.

O Estado informou também que dá prioridade aos municípios mais afetados no último período chuvoso. Segundo a Defesa Civil estadual, 196  estão em situação de emergência e calamidade e a coordenação de doenças transmitidas pelo Aedes recomenda a ação integrada das equipes municipais e regionais em ações de controle e proteção da doença.

A população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Quando o foco do mosquito Aedes aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a recomendação é que Secretaria Municipal de Saúde seja acionada para remover os possíveis focos.