Um novo laudo do Instituto Médico-Legal (IML) sobre as causas da morte da mulher de um promotor de Justiça, de Belo Horizonte, apontou lesões provocadas por esganadura ou estrangulamento, segundo informações da TV Globo.

Nesta segunda-feira (19), o médico que emitiu um relatório sobre o óbito foi ouvido, juntamente com advogados, na sede do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A investigação corre em segredo de Justiça.

A mulher de 41 anos morreu em 3 de abril no apartamento do casal, no bairro Buritis, na região Oeste de BH. O marido alega que ela passou mal e engasgou enquanto dormia. Ela era casada com um promotor, que foi preso temporariamente no último dia 4 deste mês.

A defesa dele informou que só irá comentar o caso após ter acesso efetivo ao novo laudo do IML. Além disso, informou que aguarda uma intimação do MP para que ele dê depoimento sobre o caso. Como um dos envolvidos no caso é um promotor, as investigações são feitas pelo Ministério Público e não pela Polícia Civil.

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