Previsto para ter início em agosto, o pagamento do auxílio a famílias em vulnerabilidade social em Minas foi adiado para 1º de novembro, em parcela única de R$ 600. A decisão foi comunicada pelo governador Romeu Zema (Novo), em publicação no Diário Oficial do Estado (DOE).

O benefício, batizado de "Força Família", foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em maio, dentro do programa Recomeça Minas. O governo estima que mais de 1 milhão de famílias serão contempladas.

De acordo com previsão do projeto da ALMG, a verba virá do Refis, programa de parcelamento de débitos tributários que visa a oferecer a possibilidade de empresas inadimplentes regularizarem a situação com o Estado, seja a partir de descontos ou isenção de juros.

Para receber o auxílio, a família deve ter sido cadastrada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 21 de maio, com renda familiar por pessoa de até R$ 89 por mês. O benefício será pago somente ao titular do cadastro.

Por nota, o Estado informou que o repasse será adiado para as famílias recebram "em data mais próxima do fim do pagamento do Auxílio Emergencial do Governo Federal, até o dia 1° de novembro, garantindo, dessa forma,  um período maior de proteção social às famílias em situação de vulnerabilidade".

Segundo o governo de Minas, o processo de contratação de instituição financeira que realizará o pagamento já foi concluído.

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