A Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi alvo de uma ação do Ministério Público (MPMG) que investiga a existência de uma associação criminosa atuante na corrupção, tráfico de drogas e entrada de celulares entre os presos. A operação Muralha foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21).

De acordo com o MPMG, investigações indicam que materiais ilícitos eram entregues a presos por roubo, tráfico de drogas e homicídio mediante pagamento de vantagens indevidas a policiais penais.

Ao todo, cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos simultaneamente em Contagem, Igarapé e Franca (SP).

A operação Muralha é feita por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Belo Horizonte, e da 11ª Promotoria de Justiça de Contagem. A ação conta com o apoio da unidade Franca do Gaeco de São Paulo, do Batalhão Rotam, da Companhia Independente de Policiamento com Cães da Polícia Militar e do Departamento Penitenciário de Minas.

Leia mais:
Senado aprova projeto de lei que proíbe divulgação de infrações de trânsito
Pente-fino descobre 77 mil indícios de irregularidades em cadastros do auxílio emergencial de Minas