Dois homens de 49 e 36 anos e uma mulher de 35 foram presos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) por suspeita de integrarem a maior organização de Minas Gerais especializada em roubo de residências. Realizadas nesta quinta (25) e sexta-feira (26), as prisões integram a segunda fase da operação Casa Segura, que, até o momento, já encarcerou sete pessoas.

A Polícia Civil considera essa organização criminosa como a maior do Estado por ser especializada em roubos de casas das regiões mais nobres de Belo Horizonte. Os integrantes da quadrilha costumavam arrombar as residências, render e amarrar as vítimas, enquanto escolhiam os objetos que seriam levados.

Nas casas dos suspeitos, foram encontradas joias, relógios, televisores, notebooks, bebidas, entre outros objetos de valor, além de uma réplica de fuzil e uma de pistola, armas usadas nos roubos às residências.

Um dos investigados presos nessa segunda fase da operação, segundo a polícia, era dono de uma loja de joias no centro da capital, nos arredores da Praça Sete, onde ele comprava as mercadorias roubadas para vendê-las. A mulher presa era funcionária da loja.

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