A pedra fundamental da nova escola Rubem Costa Lima, instituição que receberá, no próximo ano, os alunos da rede pública de ensino de Macacos, em Nova Lima, na Grande BH, foi lançada na tarde dessa quinta (1º), no município, pela prefeitura e pela Vale.
 
O colégio funcionará em terreno escolhido pela comunidade e Comissão de Mães de alunos e doado pela prefeitura. O espaço de 5.200 m2 receberá estudantes da creche ao ensino fundamental. De acordo com a prefeitura, serão 12 salas de aulas, com capacidade de 320 crianças, por turno.

A escola contará ainda com uma biblioteca, estacionamento para professores, salas multiuso, refeitório, enfermaria e quadra poliesportiva coberta.

Para o gerente executivo de Reparação e Desenvolvimento da Vale, Luiz Henrique Medeiros, a entrega da escola é um marco para o processo de construção coletiva de soluções. 

"Mais importante do que a obra em si é o trabalho conjunto de comunidade, poder público e empresa, em um esforço para a ressignificação dos espaços públicos e sua apropriação pelas famílias", afirma.
 
Diferenciais

De acordo com a Prefeitura de Nova Lima, a estrutura foi pensada para o cuidado com o meio ambiente e a acessibilidade. Dessa forma, serão construídas rampas de acesso, elevadores e painéis fotovoltaicos, que permitirão o armazenamento de energia solar, e contribuirão para o fornecimento de energia elétrica da escola.

Além disso, haverá reservatórios para o armazenamento de água pluvial, que será direcionada para uso nos banheiros e irrigação.

Readequação

Para que os alunos pudessem concluir regularmente o ano letivo de 2019, cerca de 150 estudantes da escola e da creche frequentam a escola provisória, construída pela Vale na área do Instituto Kairós.
 
Em nota, a empresa afirmou que atua com celeridade em ações para reparação de danos.

"A Vale reafirma seu compromisso com o diálogo junto às comunidades e a celeridade na busca de soluções. A empresa tem atuado com foco total na reparação de danos, com ações que incluem segurança das estruturas, indenizações, doações a órgãos públicos e pessoas impactadas, assistência médica e psicológica, compra de medicamentos, entre outras ações. No total, investimentos em serviços ambientais, saúde, transporte e outros custos logísticos totalizam mais de R$ 2,3 bilhões".