Após dois meses de vigência do decreto que determina o funcionamento apenas dos serviços essenciais em Belo Horizonte, 12.957 comerciantes foram flagrados com as portas abertas de maneira irregular. Ao todo, 51 estabelecimentos tiveram o alvará recolhido. Os números foram apresentados pela Guarda Municipal (GM) da capital. 

Desde 20 de março, quando as medidas entraram em vigor, os agentes realizaram 24.332 abordagens a comércios. Além disso, foram mais de 14 mil orientações à população sobre a necessidade do uso de máscaras. 

"Tais ações seguem as diretrizes operacionais da corporação e se pautam na legalidade, com a apresentação dos decretos municipais aos lojistas e na orientação aos cidadãos em geral, e que resultam no cumprimento das regras municipais que têm como objetivo evitar aglomerações na cidade", destacou o comandante da Guarda Municipal, Rodrigo Sérgio Prates.  

Coronavírus


Denúncias

A Ouvidoria da Prefeitura de Belo Horizonte recebeu, nestes dois meses, 23.865 denúncias relacionadas às medidas de isolamento. A maioria das reclamações estava relacionada ao funcionamento irregular de lojas ou à aglomeração de pessoas em bairros, principalmente, na região Centro-Sul. 

As denúncias podem ser feitas no site da Ouvidoria ou pelo telefone 156. Além do atendimento às reclamações e do patrulhamento rotineiro, a GM tem realizado ações preventivas no transporte público e atuado no apoio à Secretaria Municipal de Saúde para a distribuição de máscaras em vilas e favelas da cidade.