O Circuito Liberdade amplia seus espaços culturais e sai do entorno da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Agora, o Museu dos Militares Mineiros, a Sala Minas Gerais, a Câmera Sete, a Mineiraria, o Palácio das Artes e a Casa Funarte Liberdade também fazem parte desse roteiro turístico.

A proposta é inserir os equipamentos culturais e artísticos na área definida pelo projeto original de 1895 da cidade de Belo Horizonte, delimitada pela avenida do Contorno. Para isso, é necessário que esses espaços estejam de acordo com as diretrizes da Resolução Secult Nº 35, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), que faz a gestão do Circuito Liberdade desde outubro do ano passado.

“O novo formato do complexo cultural intensifica a transversalidade entre a cultura e o turismo, abrindo espaço para novas ações e parcerias entre poder público e iniciativa privada. O Circuito Liberdade é um dos principais produtos turísticos de Minas e ganha ainda mais relevância a partir de agora”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

Outros espaços também já estão se preparando para compor o complexo cultural, como o Mercado Central, Sesc Palladium e o Museu de Artes e Ofícios. Apesar de não receberem repasse financeiro do Estado, os novos equipamentos vão fazer parte de toda a divulgação do Roteiro Turístico Circuito Liberdade.

A gestora do Museu de Artes e Ofícios, Karla Bittar, acredita que a inclusão de novos espaços no Circuito Liberdade vai ampliar a visitação. “Um dos principais pontos é a integração dos equipamentos culturais e artísticos, ampliando o roteiro e agregando mais valor para o visitante”.

“O Mercado Central, enquanto grande atrativo turístico da capital mineira, fazendo parte agora do Circuito, será ainda mais divulgado para o Brasil e o mundo”, avalia o superintendente do espaço gastronômico mais característico de Belo Horizonte, Luiz Carlos Braga.