O policial militar Fábio Tadeu da Cunha, de 50 anos, que fazia escolta do ex-governador Alberto Pinto Coelho, foi morto com a própria arma durante confronto com dois homens envolvidos em vários outros crimes. O homicídio aconteceu no dia 29 de julho e o resultado das investigações foi divulgado nesta terça-feira (1º).

Roberto Carlos Nunes de Souza, o Betinho confessou ter efetuado disparos com a própria arma da PM e Márcio David Silva, conhecido como Tuzinho, não teve como negar a participação no caso após levantamentos da equipe da 2ª Delegacia Sul.

Segundo as investigações, Fábio Tadeu manovrava o casso do ex-governador na garagem do Partido Progressista, quando foi rendido pela dupla. O militar chegou a reagir ao roubo e os suspeitos o balearam na barriga, utilizando a arma do militar.

Relembre o caso

O sargento que trabalha no Gabinete Militar do governo de Minas foi baleado no dia 29 de julho, durante assalto no bairro Gutierrez, na esquina das ruas Almirante Alexandrino e Herculano de Freitas.
 
A vítima estava acompanhado de um major da PM. Os dois reagiram ao crime e Fábio Tadeu acabou baleado no abdômen. Os bandidos fugiram, mas levaram a arma do policial, uma pistola .040.
 
O policial foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até o Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII, onde passou por cirurgia e permaneceu internato até falecer no dia 15 de agosto.