Cidade mística e rústica que atrai turistas de diversas partes do mundo, a pequena São Tomé das Letras, no Sul de Minas, optou por não flexibilizar as atividades e permanecerá fechada para os visitantes.

Desde 17 de março, somente quem mora no município, que tem pouco mais de 7 mil habitantes, tem permissão para entrar e sair da localidade. E o fechamento prolongado tem surtido efeito.

Até esta segunda-feira (21), conforme a Secretaria de Estadol de Saúde (SES), São Tomé das Letras não tem nenhum caso confirmado do novo coronavírus. Além dela, somente outras nove cidades mineiras seguem sem registros da doença.

E para continuar ostentando o título de "livre da Covid-19", a prefeita Marisa Maciel de Souza decidiu prorrogar, por pelo menos mais três semanas, o fechamento da cidade.

 A nova decisão começou a valer nesse domingo (20). O documento, publicado no Diário Oficial do Município, diz que as medidas "são para especificar o bloqueio a visitantes, turistas, transeuntes, e não residentes neste município, excetuando-se os residentes com ânimo definitivo".

A prefeita ainda ressalta que continuam valendo as medidas de distanciamento social e uso obrigatório da máscara de proteção. "O uso da máscara faz-se necessário em qualquer local independentemente do ambiente, seja público ou particular".

Atualmente, Minas tem 271.194 registros da doença e 6.727 vidas perdidas em decorrência da Covid.

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