Cerca de mil manifestantes de diversos movimentos populares interditam parcialmente, na manhã desta quarta-feira (26), a avenida Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte. O grupo cobra mais atenção dos administradores públicos para a educação e saúde, além de outros temas.

O protesto reúne representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Energética e de Gás Combustível de Minas Gerais (Sindieletro-MG), Sindicato dos Trabalhadores no Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindisaúde), Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Central Única dos Trabalhadores (CUT).

De acordo com o diretor do Sindieletro, Arcangelo Queiroz, os trabalhadores vão se encontrar com os outros manifestantes na Praça 7, também na região Central da capital mineira, e depois seguir até a Pampulha. Aproximadamente 3 mil pessoas já ocupam a praça, que tem sido o ponto de encontro dos manifestantes. No local, a Polícia Militar acompanha a movimentação e nenhuma ocorrência foi registrada até o momento.

"Além de pedir mais recursos para essas áreas, a gente também está cobrando o concurso público para a Cemig e o fim da terceirização na empresa", esclarece. Ainda segundo o sindicalista, todas as categorias cobram melhoria do piso salarial e valorização das carreiras. O trânsito é complicado na região, mas ainda não há registros de congestionamentos.