'De consumidor a fornecedor': empresário cria empresa muito promissora em meio à pandemia

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30/07/2021 às 15:46.
Atualizado em 05/12/2021 às 05:33
 (Divulgação/Global Embalagens)

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Conteúdo de inteira responsabilidade da Global Embalagens

Um dos mandamentos do empreendedorismo é estar atento às demandas do público. Foi assim que o empresário Carlos Henrique Siqueira, que compartilha com seus seguidores dicas de empreendedorismo, passou de comprador a fabricante de embalagens. Ele é um dos fundadores da franquia de açaí Jah. Eles compravam potes e demais embalagens para servir o produto, até que ele percebeu que poderia fabricar suas próprias embalagens, assim, passou de consumidor a fornecedor. Mais do que isso, criou um produto sustentável, ao desenvolver potes e sacos de papel.  

Eles usavam mais de um milhão de potes por mês. “Terceirizávamos nossa produção, mas muitas vezes nos faltavam potes devido a alta demanda do mercado, até que vi a oportunidade e decidi criar minhas próprias embalagens”, lembra o empresário. O resultado foi que ele vendeu sua parte na franquia para se dedicar exclusivamente ao novo negócio, a Global Embalagens. “Percebi que havia ali uma oportunidade de crescimento, era um mercado a ser explorado”, destaca Siqueira.Divulgação/Global Embalagens

O diferencial de suas embalagens é o material: são feitas de papel

O diferencial de suas embalagens é o material: são feitas de papel. Com diversas leis contra o uso excessivo de embalagens de plástico em diversos estados e municípios, além da cobrança dos consumidores, que estão mais atentos às questões ambientais, o empresário descobriu um nicho promissor.

“Comecei em abril de 2020 com uma produção de 100 mil unidades, hoje produzo mais de 2 milhões por mês”. Ele vende para redes de alimentação em todo o Brasil e no Paraguai. Com o aumento do delivery na pandemia, viu seu negócio prosperar. “Enviamos potes para lugares de difícil acesso, onde é necessário controlar melhor o descarte de resíduos, pois quando nosso produto é descartado de forma inadequada, eles se decompõem em menos de 4 meses, enquanto que o plástico demora cerca de 400 anos”, destaca.

A lição que ele compartilha com seus seguidores é estar sempre atento às demandas. “Elas existem, mesmo em tempos de crise. Esses períodos apenas separam profissionais de amadores”.

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