Conteúdo de responsabilidade de Celso Martins Santos

A pandemia do coronavírus estabeleceu novas formas de se relacionar. Com essa realidade, o número de pessoas que encontraram na tecnologia um importante aliado para continuar fazendo as tarefas do dia a dia não parou de crescer.

Entre as novidades do meio digital estão as consultas médicas, que sofreram muitas alterações. Mas se engana quem pensa que as mudanças não afetaram os profissionais de saúde. Na verdade, houve um facilitador na troca de informações e comunicação entre os médicos.

Chamada de telemedicina, serviço de saúde a distância, a nova modalidade parece ter caído no gosto brasileiro. Afinal, a ferramenta tem se tornado indispensável na rotina dos profissionais da saúde, clínicas e hospitais.

Mas o que quer dizer telemedicina? Em geral, é uma forma tecnológica de comunicação que serve para aperfeiçoar a assistência à saúde do paciente. Isso porque permite que os profissionais da área troquem informações, pareceres e opiniões a distância.

Outro ponto de destaque dessa modalidade é a comodidade e a rapidez na hora de transferir laudos, diagnósticos e exames de maneira digital, além de viabilizar o recebimento dessas análises em estabelecimentos do setor da saúde que não contam com um especialista em determinada área médica.

Então, com a telemedicina, não há fronteiras para propagar serviços clínicos à população. É uma maneira justa de ampliar o acesso ao atendimento, ultrapassando as barreiras de hospitais, clínicas e consultórios e possibilitando que os médicos tomem decisões e assumam condutas de maneira rápida e objetiva.

A Conexa, que se destaca no mercado, utiliza uma dinâmica simples e muito eficaz. Trata-se de gerenciamento de dados que acontece por meio de um computador com acesso à internet ou smartphones, tablets e demais dispositivos tecnológicos. Isso significa assistência médica precisa, globalizada e acessível.