Administrador da Casa das Impressoras, em Belo Horizonte, um dos precursores nesse ramo e há mais de 30 anos no mercado, Valentino Sá diz se impressionar com consumidores que ainda são iludidos e adquirem toner e tinta de baixa qualidade.

A trajetória de Valentino remonta a 1988, época em que abriu a primeira loja brasileira em solo estadunidense, especializada em computadores e artigos de informática. “Quando surgiram as primeiras impressoras, eu estava lá”, afirma.

Desde então, muitas transformações ocorreram: tecnológicas, industriais e mercantis. Hoje, o especialista estima que 200 milhões de unidades de toner entrem por ano no Brasil, de toda variedade possível, vindos da China. Os produtos se dividem entre originais e compatíveis, sendo que os últimos têm “qualidade de A a Z”, diz Valentino.

“Nesse cálculo, estão empresas e indústrias sérias e outras que importam o toner fabricado sem tecnologia, a partir de restos de fábrica, materiais já descartados, que eles simplesmente adaptam e vendem para o mundo todo”, afirma.

As diferenças vão do preço à condição do produto. O resultado é que artigos de qualidade ruim podem gerar problemas e até danificar definitivamente as impressoras em que foram inseridos. 

De acordo com Valentino, o toner original apresenta 100% de perfeição, seja nas impressões em P&B ou coloridas. Contudo, os valores para comprá-lo seriam “inviáveis” no país, devido aos encargos elevados para a importação.

Aqueles compatíveis de primeira linha – que o expert também caracteriza como “de marca” – têm resolução de 95% a 98%, em preto, e de 90% a 96%, no colorido. O valor deles fica de 40% a 70% do custo de um original.

Já o toner de “refugo”, feito a partir de matéria-prima de descarte, é encontrado por quantias variáveis no mercado. Mas os prejuízos não demoram a aparecer. “Não têm qualidade de impressão, vazam pó dentro da impressora e apresentam defeito eletrônico nos chips, muitas vezes inviabilizando o uso”, diz Valentino.

Com as impressoras a tinta, o mesmo pode acontecer. “Vendemos os cartuchos, o pessoal recarrega com outro tipo de conteúdo, apesar do risco de queimar o equipamento. Já recebi, na loja, clientes que perderam a impressora nova, na qual tinham acabado de investir R$ 1.300”, relata.

Quanto às recargas, o empresário é categórico ao afirmar que “não se usa mais, como se fosse ir ao funileiro”. A partir do momento em que o toner compatível foi desenvolvido, recarregá-lo passou a ser uma prática do passado e até os fornecedores da tecnologia teriam deixado de existir.

Para evitar qualquer tipo de inconveniente, Valentino orienta a clientela a comprar apenas toner de qualidade reconhecida. Um exemplo citado por ele é a MaxPrint, com 40 anos de trajetória, da qual a Casa das Impressoras é revendedora premium em Minas Gerais, atendida pelo representante comercial da marca Guilherme Carvalho.

“É uma das empresas de mais alto investimento no setor do Brasil. Investe em qualidade, não em quantidade, apenas homologa produtos de resultado. Recomendo e assino a MaxPrint”, defende Valentino.

Além de toner, tanto a Casa da Impressoras quanto a MaxPrint oferecem todos os itens e suprimentos para informática e impressão.

SERVIÇO:
Casa das Impressoras
Endereço: Avenida Brasil, 1.517 – Santa Efigênia, Belo Horizonte
Telefone: (31) 3261-2424
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