PBH assina convênio que prevê repasse de R$ 100 milhões para obras relacionadas ao impacto da chuva

Da Redação
portal@hojeemdia.com.br
04/11/2021 às 15:42.
Atualizado em 05/12/2021 às 06:11
 (Lucas Prates/Hoje em Dia )

(Lucas Prates/Hoje em Dia )

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), assinou, nesta quinta-feira (4), um convênio com a Caixa Econômica Federal que prevê o repasse de R$ 100 milhões para obras de infraestrutura na capital mineira. A solenidade foi realizada no início desta tarde, na prefeitura. 

Conforme informou a PBH, o valor será usado principalmente em recapeamento, áreas de contenção de encostas e demais demandas relacionadas ao período chuvoso. 

“Momento importante porque as chuvas estão aí e, ao contrário do que se pensa, a primeira etapa do Vilarinho não vai segurar. Temos que falar para a população que estão em andamento duas bacias só para a Vilarinho, muito maiores e já contratadas”, disse Alexandre Kalil durante a solenidade. 

O repasse do empréstimo à prefeitura será feito em duas parcelas. A primeira delas, será no valor de R$ 50 milhões. O restante será repassado após o município comprovar o uso do montante. 

“Está tudo no portal da transparência, já foram desembolsados 3,4 bilhões para encostas, contenção de chuva, recapeamento, para tapa-buraco. Queremos dizer que nós temos projeto e dinheiro vem”, concluiu o prefeito. 

Entenda

O contrato, segundo a Caixa, faz parte de um projeto de financiamento para infraestrutura urbana que auxiliará a capital em obras de melhorias e no desenvolvimento do planejamento municipal. 

“O município pode realizar atividades de melhoria de toda a rede de pavimentação de ruas, drenagens, projetos para a municipalidade. Um projeto que não só possibilita à cidade desenvolver suas atividades, como cumprir todo seu planejamento municipal”, avaliou o superintendente regional da Caixa, Marcelo Bonfim. 

Conforme afirmou Henrique Castilho, que chefia a Superintendência de Obras da Capital (Sudecap), o investimento será feito de forma igualitária em todas as regiões. 

“Os projetos são enviados para a caixa para aprovação e tão logo a gente tenha o recurso aprovado, a gente tramita toda documentação necessária. E a gente trata a cidade como um todo, temos nove regionais e cada uma tem seu contrato licitado. Não tem diferença, os valores investidos proporcionalmente são os mesmos”, concluiu.

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