Polícia prende suspeitos de ataques a agências bancárias do Sul de Minas

Da Redação
portal@hojeemdia.com.br
15/04/2018 às 08:51.
Atualizado em 03/11/2021 às 02:21
 (Polícia Civil/Divulgação)

(Polícia Civil/Divulgação)

Seis homens foram presos, suspeitos de participação no roubo a duas agências bancárias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em Passos, no Sul de Minas. As ações teriam rendido R$ 20 milhões ao grupo.

O crime aconteceu na última terça-feira (10) e eles foram detidos em uma chácara, localizada em Sumaré, São Paulo, na noite de sábado (14), segundo informação da Polícia Civil de Minas Gerais, que realizou a operação em conjunto com policiais do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de São Paulo. 

Com os suspeitos foram apreendidos explosivos, pistolas, metralhadora e fuzil ponto 50 (este usado em guerras e capaz de derrubar helicópteros) com farta munição, coletes à prova de balas e R$ 170 mil.

Conforme a polícia, as investigações continuam para tentar identificar e prender outros envolvidos. A força de segurança trabalha com a hipótese de a quadrilha ser a mesma que cometeu outros crimes, como o ataque a um carro forte em Mogi das Cruzes (SP) no início deste ano.

Policiais já tinham localizado quatro carros blindados usados pelos assaltantes no roubo em Passos na semana passada. Na ocasião, dois ônibus foram incendiados para fechar o trânsito nas rodovias de acesso à cidade e a rede de energia foi atacada, deixando parte do município no escuro.

O crime

Pelo menos 15 homens fortemente armados destruíram duas agências bancárias e espalharam terror pela cidade de Passos. Imóveis ficaram sem energia e aulas foram suspensas em escolas e na universidade local.

Houve troca de tiros com a polícia e um dos suspeitos ficou ferido na ação, mas foi socorrido pelos comparsas. Os suspeitos colocaram fogo em um ônibus na rodovia MG-050 para bloquear o acesso à cidade. Eles fugiram em uma caminhonete.

Ainda segundo a PM, parte dos explosivos utilizados na ação criminosa não detonaram, e por isso foi necessário o apoio do do Grupo de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE) para desarmar os artefatos.

*Com Gabriela Sales e Agência Estado

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