O Contador

Opinião / 30/07/2020 - 06h00

Paulo Ferreira da Silva*

Se chegarmos a uma criança de cinco anos e efetuarmos a pergunta: O que você quer ser quando crescer? – Não nos surpreenderemos com as respostas: quero ser médico, quero ser jogar de futebol, quero ser do Corpo de Bombeiros, e tantas outras respostas, mas nenhuma vai dizer “quero ser contador”.

Até que a pessoa adquira a idade adulta ou passe a ter o discernimento das necessidades empresariais, há o desconhecimento sobre a aplicabilidade da contabilidade ou qual é o campo de atuação de um contador.

Todas as empresas, por menores que sejam, estão no dia a dia, se deparando com inúmeras decisões e estas sempre são norteadas pela situação financeira da empresa.

A partir do momento que as informações empresariais são formatadas para traduzir a realidade financeira, podemos utilizar a informação contábil para tomada de decisões, vislumbrando probabilidades de acertos mais acentuados.

O contador é o centro das informações empresariais, pois tem acesso às movimentações que são passiveis de registros contábeis, sendo capaz de traduzi-las aos usuários em suas inúmeras necessidades diárias.

A profissão não possui aquele glamour ou status, mas é uma atividade com amplo mercado, todas as empresas precisam de um contador e quanto mais qualificado, quanto mais beneficiado em suas competências, pode, através de uma compreensão vasta dos negócios, visto que registra todas as operações inseridas na roupagem jurídica e conhece as dimensões das organizações, ser decisivo na tomada de decisões gerenciais, sendo determinantes para a sobrevivência ou extinção dos negócios.
*Contador e advogado empresarial

 

 

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