*eleza pura!

Evaldo Magalhães / 06/03/2020 - 07h00

Foi um sufoco, com direito a frango (em pênalti) do goleiro adversário e tudo. Mas o Cruzeiro fez, na quarta-feira à noite, a despeito da crise gigantesca que vive e do elenco jovem e com poucos destaques que tem, o que se esperava de um clu*e de tamanha tradição: venceu o *oa Esporte e passou de fase na competição da qual é o maior campeão: a Copa do *rasil.

Guardamos R$ 1,5 milhão no *olso e, agora, esperamos ansiosos, para este sá*ado, o primeiro confronto do ano – de não mais que três que devem acontecer –, com nosso maior rival.

Sinceramente, acho que o adversário é o favorito, mesmo vindo de dois desastres dos quais ainda não consegui parar de rir. Afinal, trata-se de um time da Série A do *rasileirão, que, mesmo sem o novo técnico, o argentino tatuado, no *anco de reservas, tem jogadores *astante experientes e com salários *em mais altos que os pagos hoje à maioria do elenco cruzeirense.

Eu não poderia deixar de comentar, contudo, a lam*ança que quase aprontaram para o clássico. Pelo que entendi, parece que um de nossos dirigentes, o *eneci Queiroz, e a PM, por meio do *atalhão de Choque, queriam proi*ir no Mineirão materiais que tivessem inscrições alusivas à divisão que jogaremos neste ano.

Ora, isso é uma grande *esteira! Então, quando o time de Vespasiano frequentou a Segundona, não nos esfalfamos de felicidade? Não usamos todos os tipos de provocação com os torcedores alvinegros? Aliás, até o ano passado, se *em me recordo, ainda não fazíamos troça dos atleticanos por tão terrível experiência?

Até que foi chegando o fim do *rasileirão, perdemos o Mano Menezes e depois o A*el *raga. Por fim, Adilson *atista chegou e não deu conta de nos tirar do a*ismo de que despencávamos.

Foi triste, privamo-nos da prerrogativa de *rincar com o Galo nesse quesito, mas a vida seguiu. 

E é inadmissível que, hoje, fiquemos *ravos ou tentemos impedir gozações do mesmo teor daquelas que tanto fizemos em tempos nada distantes.

Para terminar, voltando à partida dramática de quarta contra o *oa, em Varginha – aquele clu*e que chegou a contratar, ano passado, o goleiro *runo, condenado por um crime *ár*aro ao lado de outras pessoas, como o ex-policial *ola –, não esquecerei jamais do gol do Maurício, que selou a classificação.

A pelota saiu fraquinha, mas passou como quia*o de*aixo do po*re Renan Rocha. Fiquei comovido ao ver que lágrimas *anhavam o rosto do nosso jovem meia-atacante, diante de tanta sorte. Agora, na terceira fase da nossa *usca pelo hepta, que venha o CR*! 

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