Seis meses de trabalho por Minas

Guilherme da Cunha / 12/08/2019 - 06h00

Quando meu sobrinho Daniel nasceu, uma das maiores curtições da família era comemorar “mesversário” dele e acompanhar como, a cada mês, ele crescia forte, saudável e lindo. Meu mandato ainda não tem um ano, então, peço licença para fazer um balanço de mesversário: completamos seis meses de trabalho! 

Assim como o Daniel, meu mandato nasceu pequenino. Dos três deputados estaduais eleitos pelo Novo, fui o de menor votação. Com muito trabalho, antes mesmo da posse em fevereiro, começamos a crescer e realizar coisas. Fui escolhido pelo governador como vice-líder do governo dele na Assembleia e hoje mantenho contato frequente com secretários de Estado para discutir as políticas públicas que serão implementadas em Minas e como fazê-las dar certo. É um esforço contínuo para ajudar o governo a mudar e melhorar a vida dos mineiros.

Na Assembleia, o trabalho também foi intenso. Estive presente em 100% das 75 reuniões do Plenário e participei de 101 votações. Criei e coordeno a Frente Parlamentar pela Desburocratização. Fui nomeado membro titular da Comissão de Constituição e Justiça e nela já elaborei parecer ou requerimento sobre 67 projetos, incluindo a importante Reforma Administrativa, da qual fui relator. No total, analisei 452 projetos diferentes, estudei e aprimorei até os que não eram de minha relatoria, e consegui introduzir 22 melhorias nos projetos relatados pelos meus colegas.

Também trabalhei para estar perto do cidadão e ouvi-lo diretamente. Realizei 104 reuniões com a sociedade civil e, se somarmos as reuniões realizadas pela minha equipe e as reuniões com o governo, o número chega a 244. Participei de 28 audiências públicas e visitei 24 cidades. Em parceria com o deputado federal Tiago Mitraud, estabeleci presença constante em 26 cidades, através de 29 embaixadores que nos representam voluntariamente em suas regiões. Também lançamos o Edital de Emendas Liberta Minas, para destinar recursos públicos de forma técnica e com igualdade de oportunidades para todos. Recebemos um total de 1.973 projetos, de 357 cidades diferentes. 

Todo esse trabalho foi feito com muita economia. Abri mão de auxílio-moradia e ajuda de custo, dispensando R$ 260 mil que viriam direto para o meu bolso. Recrutei minha equipe em processo seletivo técnico e trabalho com oito assessores, em vez dos 23 que a Assembleia permite. Economizei 95% das verbas indenizatórias e da cota de gabinete. Somando tudo, gerei uma economia de R$ 1,5 milhão nestes seis primeiros meses de mandato.

Foram muitos feriados passados no gabinete, finais de semana na estrada e uma rotina de sair da Assembleia quando a portaria já está até fechada. Um trabalho intenso, realizado sempre com sorriso e motivação para fazer cada vez mais por Minas.

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