Antes, durante e depois da pandemia

Mateus Simões / 20/04/2020 - 06h00

Na semana passada, os jornais noticiaram que o NOVO é o partido que mais cresceu em número de filiados nos últimos anos. Esse crescimento pode ter várias razões. Considero que a mais relevante delas, no entanto, é o compromisso inarredável dos mandatários com o dinheiro dos pagadores de impostos, revelado por atuações sérias e responsáveis diante do poder. E na luta atual que temos contra o coronavírus, isso não tem sido diferente.

Nas últimas semanas, falei por aqui das atitudes firmes do Governador Romeu Zema no enfrentamento desta crise. O trabalho dele e de todos os que vivem em Minas, engajados na preservação de vidas, tem surtido efeito – a notícia é de que o pico de internações no estado, segundo projeções, foi mais uma vez postergado.

E são várias outras atitudes que merecem destaque, nesse contexto. A deputada estadual Laura Serrano, por exemplo, destinou R$ 3 milhões em emendas parlamentares para que o governo consiga ampliar o bolsa-merenda, de forma a minimizar os impactos que todos sabemos existir na alimentação das crianças com a suspensão das aulas.

No plano nacional, foi recentemente sancionado um importante projeto da deputada federal Adriana Ventura, também do NOVO, que autoriza o uso da telemedicina durante a pandemia. Uma importante medida que facilita o acesso à saúde no momento em que os médicos têm sido muito demandados e o contato entre pessoas precisa ser evitado, quando possível.

Da mesma forma, a bancada mineira do NOVO na Câmara, com os deputados Lucas Gonzalez e Tiago Mitraud, tem trabalhado em conjunto para atenuar os efeitos da pandemia para o cidadão, participando ativamente da aprovação dos importantes projetos que recentemente por lá passaram, como o do auxílio-emergencial.

Por fim – mas são vários outros exemplos, que não caberiam neste espaço – o vereador Dr. Bernardo Ramos, que assumiu o mandato em meu lugar, na Câmara, fez um pedido à direção do legislativo municipal para que direcionasse recursos ao enfrentamento do coronavírus. Também sensível à causa, a mesa diretora agiu nesta direção.

Em meio à crise em que vivíamos e a mais recente que se instalou, o NOVO não poupa esforços para respeitar o dinheiro que vem do seu bolso. As crises passarão e esse respeito continuará, porque esse não é um compromisso de momento – é um valor. 

Nessa caminhada, tenho certeza: esse movimento de brasileiros em favor da liberdade continuará a crescer. E crescer não como um fim, mas como uma consequência do respeito ao que é de todos.

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