Toda atenção ao Jequitinhonha

Mateus Simões / 13/06/2021 - 06h00

A pior decisão que um gestor pode tomar é a de desprezar a importância de conhecer bem e ter contato real com o que está gerindo. E na gestão pública não é diferente. Quem não domina as características básicas, os problemas e os desafios do que está administrando, dificilmente terá sucesso. E, definitivamente, a vida de um país, de um estado ou de um município é importante demais para ser deixada à mercê do acaso.

Nessa linha, o governador Romeu Zema tem adotado a postura de estar sempre em campo, em todas as regiões do estado, para ouvir a população e tomar as providências necessárias para acelerar o nosso desenvolvimento. Se a vida profissional, anterior ao exercício do cargo de governador, já lhe permitiu ter uma boa visão do estado, agora essa experiência é amplificada e usada em favor de cada canto de Minas Gerais.

Na semana passada, o governador retornou ao Vale do Jequitinhonha, para uma agenda de fôlego – talvez das mais extensas feitas até aqui, em sua gestão. E a razão da visita, além, da necessidade básica de ouvir as pessoas, foi também entregar à região – tão esquecida por tanto tempo –, um pacote de medidas essenciais para o seu desenvolvimento social e econômico.

Só no Plano de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas, há previsão de mais de 1,4 bilhão em investimentos, somando ações de infraestrutura, desenvolvimento econômico e social, bem como acesso a água potável. A estimativa é de que a iniciativa seja capaz de gerar algo como 143 mil empregos, que são também essenciais para o avanço daquelas regiões.

Por lá, o governador também pôde anunciar os investimentos de 1,2 bilhões da Sigma Mineração, que devem gerar mais 6 mil empregos na produção de lítio. É mais um exemplo da captação recorde de investimentos, que ocorre a partir do ambiente instaurado dentro do governo do Estado de combate sistemático à burocracia. E, igualmente, tem sido possível vencer a burocracia no campo da regularização fundiária – mais uma rodada de entrega de títulos foi feita na região, de modo que já são quase 2 mil títulos entregues desde 2019.

Quem trabalha no governo de Minas, nesses tempos, sabe que é uma constante a cobrança por medidas para gerar desenvolvimento e riqueza nas áreas mais pobres do estado. E a razão é uma só: quem se propõe a sair do ar-condicionado do gabinete para ver a realidade e o dia a dia dos mineiros sabe que há muito ainda a fazer!

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