Sete tipos de chefe que mais desmotivam

Simone Demolinari / 12/03/2020 - 08h42

Local de trabalho é onde, geralmente, passamos a maior parte do nosso dia e, quando temos chefes ruins, ficamos sem empolgação para ir trabalhar.

Apesar de existirem muito mais que sete, aqui listei os tipos que mais desmotivam e castram a criatividade do colaborador no ambiente profissional. São eles:

1 – Chefe invejoso: não fica feliz quando alguém da equipe tem uma ideia brilhante. Ao contrário, desmerece o que vem do outro e exalta apenas o que vem dele. Vê o membro da equipe como uma ameaça e tende a disputar com ele. Age assim pois, mesmo sendo hierarquicamente superior, no fundo sabe que não é. Muitas vezes ocupa um posto de chefia não por competência, mas por conveniência, parentesco ou circunstâncias, daí a inveja.

2 – Chefe confuso: não tem as ideias muito organizadas, por isso não se comunica de forma clara. Ora fala uma coisa, logo em seguida fala outra. Dá comandos contraditórios, muda de opinião e cobra de forma desorganizada. Deixa a equipe insegura e desestabilizada emocionalmente. 

3 – Chefe controlador: é aquele que dá o comando e logo em seguida cobra o resultado. Não deixa a equipe executar; não dá prazo, ao contrário, fica cobrando resultado antes do combinado. Quer saber tudo, investiga e pede relatórios o tempo todo. Passa a nítida impressão de que não confia na equipe que tem. Tanto controle, geralmente, mais atrapalha do que ajuda. 

4- Chefe terrorista: é aquele que pensa que motiva pelo medo. Com isso, vive fazendo ameaças de demissão e usa falas do tipo “cabeças vão rolar”, usa exemplos de pessoas que foram demitidas por incompetência. Chefes assim acreditam que o medo motiva o funcionário a produzir mais. Ledo engano! O indivíduo que vive sob ameaça, ainda que velada, torna-se justamente o contrário: inseguro, desanimado e desmotivado. 

5- Chefe megalomaníaco: é aquele que demonstra ambição demasiada, pensamento desmedido, excessivo e grandioso, saindo do contexto lúcido e flertando com a fantasia. Uma coisa é um chefe exigir que o funcionário trabalhe com 100% da sua capacidade, dando seu melhor e não fazendo “corpo mole”; outra coisa é exigir dele o impossível. Estabelecer um patamar de exigência inalcançável, além de desumano, cria no funcionário uma sensação de dívida constante. Não há saúde mental que perdure na megalomania. 

6 – Chefe omisso: não está presente quando a equipe precisa, é de difícil acesso, ninguém sabe ao certo a que horas ele chega, a que horas vai embora, que dia que vai. Trabalha de forma nebulosa e não dá o necessário apoio à equipe, mas cobra na desproporção da sua atuação.

7 – Chefe crítico: é aquele que nunca está satisfeito com nada, reclama e põe defeito no trabalho de todos. Uma hora é a ideia que está ruim, outra hora é o local que não está bom ou a letra que não está legível. Sempre haverá algo do que reclamar. Pessoas críticas demais correm um sério risco de trabalhar no baixo do limiar da inteligência criticando até aquilo que recebe como favor. Cuidado, a crítica causa mais dano que a falta de valorização. 

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