FÁBIO! FÁBIO! FÁBIO!

Thiago Pereira / 17/08/2018 - 13h52

Nosso primeiro ponto aqui é confirmar o que, basicamente, não tem mais necessidade de ser confirmado: Fábio é o maior goleiro da história celeste, superando muralhas históricas como Raul e Dida. Ano após ano ele vem colocando mais doses de certeza nesta discussão e anteontem o Mineirão assistiu a mais um capítulo favorável aos Fábio Lovers, como eu. 

Aos que insistem em falar mal dele (os cornetas de sempre), sugiro procurar a loja mais próxima e perguntar sobre a pílula que renova caráter de forma mais efetiva, sem maiores efeitos colaterais. E na hora de pagar, veja se eles passam essa vergonha no débito ou no crédito.

Aliás, taí uma palavrinha fundamental para entender este sujeito que já vestiu nosso manto por quase 800 jogos, deixando todos os outros ícones celestes para trás neste quesito: Fábio tem crédito. Isso muitas vezes é sinônimo de garantia.

Pensemos em quarta-feira: em linhas gerais, foi o típico jogo onde o Cruzeiro deu uma sutil, mas perceptível amassada no adversário. Incrivelmente, não assistimos ao habitual Manobol, e sim a um Cruzeiro cheio de graça, superando em muito um Santos combativo, mas obviamente menor. Mas futebol tem muito de sorte– ou da falta dela. Não era dia de vencer nos 90 minutos.

Mas a gente “não acredita” nisso: nós temos o Fábio. Que raios de goleiro pega três pênaltis consecutivos em uma decisão? Com tanta quilometragem já rodada, com tantos troféus já erguidos, com tantos “Améns” já declarados?

Apenas um santo que consegue derrubar vários Santos. Assim, a discussão que podemos pensar aqui é de outra ordem: seria Fábio o jogador mais injustiçado da história do futebol brasileiro?

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