Mudança é a única certeza!

Tio Flávio / 19/10/2018 - 07h00

 

 

A primeira revolução industrial (1.0) aconteceu no final do século XVIII, quando surgiram, na Inglaterra, as primeiras máquinas a vapor e as locomotivas. O impacto foi enorme, já que, naquela época, a esmagadora maioria da população vivia nas áreas rurais e se mudou para as cidades.

A segunda revolução industrial (2.0) remonta à utilização da eletricidade nas linhas de produção, com o uso de esteiras transportadoras para a montagem em série no começo do século XX. Foi nessa época que se começou a desenvolver métodos para aumentar a produtividade, com a fundamental participação de Henry Ford. Os impactos aconteceram não apenas na forma que as pessoas trabalhavam, mas também em como consumiam, já que os bens, de uma maneira geral, começaram a ficar acessíveis a todos.


A terceira revolução industrial (3.0) aprimora ainda mais os avanços tecnológicos anteriores quando, por volta de 1970, começa a usar massivamente a eletrônica, a informática, a robótica, os satélites de telecomunicações, a biotecnologia e a química fina. Muitas posições profissionais foram substituídas por máquinas e outras simplesmente desapareceram. 

A quarta revolução industrial (4.0), também chamada Indústria 4.0, é a mais recente de todas. O termo foi criado pelo governo alemão (e usado pela primeira vez na Feira de Hannover, em 2011) para definir o conjunto de estratégias sobre tecnologia a serem utilizadas nos próximos anos.

Ela é importante e também revolucionária por causa do impacto que vai causar (e já está causando) no mercado de trabalho e na economia. Trata-se de tornar as fábricas organismos inteligentes e autônomos usando todo o tipo de recurso tecnológico disponível: robôs, big data, nanotecnologias, neurotecnologias, inteligência artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones, impressoras 3D e o que mais houver. Ou seja, as fábricas deverão funcionar com o mínimo de seres humanos possível.

O termo Tesarac é quando o modelo atual já não funciona mais, mas ainda não se sabe como vai ser. Está tudo em aberto. A única certeza é que as coisas vão mudar radicalmente. Estamos bem no meio do caos, porque o como vai ser, depende do que nós vamos construir, das decisões que vamos tomar. (para saber mais: ligiafascioni.com.br).

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