
O ano de 2025 está chegando ao fim, e é impossível não olhar para frente. 2026 se aproxima como um dos anos mais decisivos da nossa história recente. Um ano que pode mudar os rumos do Brasil - para melhor ou para pior. Um ano em que, além da Copa do Mundo, teremos uma eleição presidencial que definirá o futuro de uma nação cansada, mas ainda cheia de fé.
Como todo brasileiro, eu também sonho com o hexa. A camisa verde e amarela tem o poder de nos unir, reacender a esperança e despertar em nós uma paixão quase inexplicável. Mesmo com a Seleção vivendo tempos difíceis, a gente insiste em acreditar. Porque acreditar faz parte de quem somos.
E, olhando para o nosso país, percebo esse mesmo sentimento: o brasileiro ainda acredita. Acredita que o que está ruim pode melhorar. Acredita que a verdade pode prevalecer. Acredita que a justiça pode ser restabelecida. Acredita que 2026 pode ser o ano da virada.
Mas não podemos ignorar o que vivemos hoje. As estatais em crise. O endividamento das famílias em níveis alarmantes. A população de rua crescendo como jamais vimos. Metade do país sobrevivendo por programas assistenciais que, ao invés de libertar, aprisionam. Um escândalo no INSS que ameaça virar mais uma pizza servida ao povo. E um ambiente político contaminado pelo medo, pela perseguição e pelo desequilíbrio institucional.
Bolsonaro está, por enquanto, fora do jogo. E todos sabemos que isso tem menos a ver com justiça e mais com política. Mas, para milhões de brasileiros, a principal esperança para 2026 não é apenas a taça do hexa: é a tão aguardada anistia ampla, geral e irrestrita. É ver os presos do 8 de janeiro voltarem para suas casas. É ver o presidente Jair Bolsonaro recuperar sua saúde, ter seus direitos garantidos e concorrer novamente. É permitir que o povo decida nas urnas - e não nos gabinetes.
Se o Brasil for hexa, será uma alegria enorme. Mas, se tivermos de volta a justiça, a liberdade e a verdadeira democracia, aí sim poderemos dizer que 2026 valeu a pena.
Sei que, aos olhos naturais, tudo isso parece distante. O cenário é duro. Mas eu sigo acreditando. Sigo tendo fé. Porque o Brasil é maior do que os interesses de qualquer partido. O Brasil é um país de essência conservadora, de maioria cristã, que acredita na família, no trabalho, na ordem e no progresso. O Brasil não nasceu para ser refém de um projeto de poder da esquerda.
Por isso, 2026 será um ano para trabalharmos dobrado. Para defendermos a verdade. Para vibrarmos com a nossa Seleção. Mas, acima de tudo, será um ano para votarmos com consciência. Para tirar o poder das mãos do PT, de Lula e de todos aqueles que têm destruído nossa economia, nossas liberdades e a esperança do nosso povo.
O futuro do Brasil está em jogo. E eu sigo firme, acreditando que Deus ainda tem planos grandiosos para a nossa nação.
Que venha 2026. Com fé, com coragem e com a confiança de que dias melhores virão.