Cristiano CaporezzoAtua, hoje, como Deputado Estadual pelo PL/MG. Cristão, é Policial Militar, Advogado e Escritor.

Da responsabilidade ao compromisso inadiável: o Senado no centro da República

Publicado em 04/02/2026 às 07:01.Atualizado em 04/02/2026 às 12:18.

Há momentos na história em que uma instituição deixa de ser apenas um componente formal do Estado e passa a representar a própria oportunidade de correção de rumos. O Senado Federal vive exatamente esse instante. Em uma República que hoje sangra em injustiça, com restrições indevidas à liberdade de expressão, inclusive de mandatários protegidos por imunidade parlamentar, e com pressões crescentes sobre veículos independentes da imprensa, é no Senado que reside a possibilidade real de reequilibrar o sistema de freios e contrapesos.

Por isso, recebo com gratidão, honra e senso de responsabilidade o apoio à minha pré-candidatura ao Senado de lideranças que representam valores claros e trajetórias reconhecidas. Agradeço imensamente o presidente Bolsonaro, responsável direto por eu estar onde estou, bem como aos seus filhos, especialmente o Eduardo, queridos amigos e pessoas que são exemplo na vida pública.

Igualmente, agradeço publicamente o apoio do deputado federal Junio Amaral, o conservador mais votado da história de Contagem, terceira cidade do estado em população. Soma-se a isso a trajetória do deputado estadual Sargento Rodrigues, mandatário desde 1998 e maior referência em segurança pública de Minas Gerais, tema que será central nas eleições de 2026, que de maneira irrestrita tem não só me apoiado, mas me aconselhado e motivado, dia após dia, nesta dura, mas necessária missão.

Também me honra o apoio da Direita de Uberlândia, na figura do vice-prefeito Pelizer, presidente do PL local; do PL de Juiz de Fora; e do parlamentar mais votado da história da ALMG, o amigo Bruno Engler, com quem iniciei no ativismo político bolsonarista, ainda em 2018, com Nikolas e meu compadre Junio Amaral, na composição do movimento conservador.

É um privilégio, além de uma grande responsabilidade, surgir como o nome mais forte da direita mineira na pesquisa do mais renomado instituto do mundo, o Atlas Intel, com histórico de acertos em eleições decisivas, como as de Trump, Milei, Chile, África do Sul e Espanha.

Essa missão nasceu em conversa direta com Bolsonaro, que me orientou a abraçar o desafio e comunicá-lo ao povo mineiro. Por isso, sou cirúrgico: quem está mais à direita do que eu hoje entre as pré-candidaturas ao Senado? Se houver alguém, retiro-me imediatamente. E quem demonstra maior lealdade e viabilidade de valores em plena sintonia com o bolsonarismo? É esse compromisso, não pessoal, mas com ideias, que coloco à disposição de Minas.

Foi justamente o apreço às tradições e ao conservadorismo histórico que recolocou valores esquecidos no centro do debate nacional. Valores naturais, antigos e eficazes. Falo de Deus, Pátria, Família e Liberdade. Elementos colocados em prática, de forma épica e inédita, pelo maior líder da Direita no Hemisfério Sul: Jair Messias Bolsonaro.

Margaret Thatcher falava que “Os socialistas gritam ‘Poder ao Povo’ e erguem o punho cerrado enquanto o fazem. Todos sabemos o que isso significa: que o poder pertence ao Estado e não ao povo”. A Dama de Ferro desenhou, no século XX, o que enfrentamos em 2026.

E encerremos, novamente, com Margaret Thatcher e, dessa vez, com uma análise que fez sobre a nossa própria nação, em março de 1994: “O Brasil é o país do futuro, mas para tanto é preciso decidir que o ‘futuro’ é amanhã. E, como bem sabem, isto significa que as decisões difíceis têm que ser tomadas hoje”. É no Senado que este fundo do poço pode virar trampolim para, enfim, a prosperidade. A Direita vive em Minas Gerais.

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