Após atrasos e ameaças de morte, finalmente “Cyberpunk 2077” chegou ao mercado com versões para PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S, Xbox One e Stadia. O game da CD Projekt RED chegou hoje (10) e é apontado como um dos melhores jogos de 2020. No entanto, acabou ficando de fora da Games Awards, que acontece hoje à noite, justamente pelos atrasos sucessivos.

“Cyberpunk 2077” é, sem sombra de dúvidas, o maior hype (jargão que pode se traduzir como expectativa) do ano, ao lado de “The Last of Us: Part II”, que foi publicado em junho. E muito dessa expectativa se dá pela própria produtora, que caiu nas graças do público em 2015, quando publicou “The Witcher 3: Wild Hunt”, que é apontado como os grandes games da geração PS4/Xbox One.

O sensacionalismo em torno do jogo ganhou proporções ainda maiores, desde de que o ator Keanu Reeves foi anunciado como personagem não jogável (NPC). 

Durante todo o ano, o game foi tema de infinitas matérias, postagens, vídeos e discussões inflamadas. Especulações sobre as razões dos atrasos, produtores recebendo mensagens com ameaças de morte e todo tipo de manifestação, alimentada por um frenesi de ansiedade.

No entanto, a nova produção é bem diferente do RPG medieval. E não se trata apenas da temática, mas também em questões de jogabilidade. O game do bruxo era um RPG em terceira pessoa, que se passava num mundo de fantasia. Agora, “Cyberpunk 2077” se passa num futuro distópico, em que as pessoas são abarrotadas de implantes robóticos e demais maravilhas da tecnologia. Mas visão em primeira pessoa, já deixa claro que são propostas muito distintas. 

A trama, por sua vez, acontece numa megalópo-le no chamado Estado Livre da Califórnia do Norte, que e gerida por um instituições privadas e não por uma legislação de estado.

Agora é conferir como é o game diante do joystick.