Animais de estimação: portas abertas para novos moradores

Izabela Ventura - Do Hoje em Dia
12/01/2013 às 08:19.
Atualizado em 21/11/2021 às 20:33
 (Maurício de Souza)

(Maurício de Souza)

Dar e receber carinho de um animal de estimação pode estar nos planos para 2013 de muita gente. Mas esses “donos de primeira viagem” precisam saber que ter um pet exige disciplina e responsabilidade. O Hoje em Dia elaborou um guia para iniciantes estrearem bem na tarefa.

Três semanas separam o futuro dono do cão ou gato que acabou de nascer. Esse é o tempo necessário para o desmame natural dos filhotes, já que, com o crescimento dos dentinhos, a mãe não vai mais querer amamentá-los.

A partir daí, essa obrigação é dos humanos e, cerca de 45 dias depois do nascimento, já possível levar o novo morador para casa. Segundo o professor da Escola de Veterinária da UFMG, Júlio César Cambraia Veado, o ideal é que o adotante compre a mesma ração que o animal vinha comendo e, se for trocar, o faça gradualmente.

Primeira vez

“Sugerimos que o dono de primeira viagem procure um veterinário para receber instruções detalhadas para cada caso. Alimentação, cuidados com higiene, primeiros medicamentos e prevenção contra doenças são algumas perguntas importantes”, diz o especialista.

Aos 19 anos, a estudante de estética e cosmetologia Terensi Ingrid Silva Serafim realizou um sonho de infância: ter um cachorrinho. Na verdade, ela ganhou duas novas amigas, as irmãs pinscher Nika e Charlotte, de 2 meses. “Minha mãe nunca me deixou ter um bichinho. Agora que moro sozinha, consegui”.

No entanto, a aventura não foi tão fácil quanto ela imaginava. No segundo dia, uma das cadelas passou mal. Depois, no veterinário, Terensi recebeu informações sobre vacinas. “Elas comem os móveis da casa inteira e ainda estão aprendendo a fazer xixi no lugar certo. Mas para quem sempre quis ter um animalzinho, não é trabalho algum”.

A psicóloga Flávia Schayer Dias, de 40 anos, está encantada com a experiência de ter um gato. Tom Tom, de 2 anos, a fez derrubar vários mitos e preconceito s a respeito dos felinos. “Dizem que eles se interessam apenas pelo conforto da casa, e não pelo dono, o que não é verdade”.

Flávia descobriu que os bichanos são carinhosos, higiênicos e não dão trabalho. “A quebra desse paradigma foi a melhor coisa que me aconteceu. Estou pensando em adotar outro”, revela.

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